quarta-feira, 5 de junho de 2013

Conflitos de segunda (ou domingo)

Não sei como começar o meu rabisco. Aliás, nem sei direito o meu próprio gênesis, o que também nem é tão importante assim para que o lê. Acabei de acordar: é segunda-feira. Muita gente fica enchendo o saco, dizendo que a segunda é isso, é aquilo, mas com sinceridade, o pior dia para da semana na minha humilde opinião é o domingo.

O que dizer de um dia em que são poucas as opções ao menos inteligentes de cultura e lazer, em que temos de aturar aqueles parentes e / ou situações potencialmente constrangedoras e ainda agir como se estivesse bem naquela droga, sem contar as “bombas” que assombram a tv aberta. Credo.

Vejo muito na internet as pessoas falando mal da segunda e fico pensando comigo mesmo: “Estão malucas?”. Todo começo de semana, por mais sonolento e entediante que seja, é um recomeço. Sim, caro leitor, recomeço. O encaro como uma forma de lutar por dias melhores. Maktub!

Falei que detesto o domingo. Realmente, prefiro muito mais uma segunda entediante, mas com maiores possibilidades de entretenimento do que um domingo típico de se passar raiva, sobretudo se acompanhado de familiares insolentes. Isso sim é o meu “inferno” particular.

Procuro ser positivista, tentar extrair algo animador no meio de tanta tristeza, juro, mas está ficando difícil. Dia após dia. As pessoas estão se abatendo por tão pouco. Mortes estão ocorrendo por motivos tão banais e fúteis. O amor ao próximo virou artigo de luxo. Medo.

Antes que eu anime de vez promovendo um “Muro de Lamentações” aqui, vou partir. Não sei como você, leitor, encara sua vida, mas faço uma sugestão: tente encará-la da melhor maneira possível, independente das pessoas e/ou situações. Não importa se você odeia o domingo ou a segunda e ainda se ama compulsivamente a sexta-feira. Seja digno de receber a felicidade em seus dois templos: o lar e o corpo.

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